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| 29/06/2009 |
Mensagem...

Escrito por Polonius às 16h34
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| 25/06/2009 |
A difícil arte de dizer não aos filhos
Você costuma dizer "não" aos seus filhos? Considera fácil negar alguma coisa a essas criaturinhas encantadoras e de rostos angelicais que pedem com tanta doçura? Uma conhecida educadora do nosso País alerta que não é fácil dizer não aos filhos, principalmente quando temos os recursos para atendê-los. Afinal, nos perguntamos, o que representa um carrinho a mais, um brinquedo novo se temos dinheiro necessário para comprar o que querem? Por que não satisfaze-los? Se podemos sair de casa escondidos para evitar que chorem, por que provocar lágrimas? Se lhe dá tanto prazer comer todos os bombons da caixa, por que faze-lo pensar nos outros? E, além do mais, é tão fácil e mais agradável sermos "bonzinhos"... O problema é que ser pai é muito mais que apenas ser "bonzinho" com os filhos. Ser pai é ter uma função e responsabilidade sociais perante os filhos e perante a sociedade em que vivemos. Portanto, quando decidimos negar um carrinho a um filho, mesmo podendo comprar, ou sofrendo por lhe dizer "não", porque ele já tem outros dez ou vinte, estamos ensinando-o que existe um limite para o ter. Estamos, indiretamente, valorizando o ser. Mas quando atendemos a todos os pedidos, estamos dando lições de dominação, colaborando para que a criança aprenda, com nosso próprio exemplo, o que queremos que ela seja na vida: uma pessoa que não aceita limites e que não respeita o outro enquanto indivíduo. Temos que convir que, para ter tudo na vida, quando adulto, ele fatalmente terá que ser extremamente competitivo e provavelmente com muita "flexibilidade" ética, para não dizer desonesto. Caso contrário, como conseguir tudo? Como aceitar qualquer derrota, qualquer "não" se nunca lhe fizeram crer que isso é possível e até normal? Não se defende a idéia de que se crie um ser acomodado sem ambições e derrotista. De forma alguma. É o equilíbrio que precisa existir: o reconhecimento realista de que, na vida às vezes se ganha, e, em outras, se perde. Para fazer com que um indivíduo seja um lutador, um ganhador, é preciso que desde logo ele aprenda a lutar pelo que deseja sim, mas com suas próprias armas e recursos, e não fazendo-o acreditar que alguém lhe dará tudo, sempre, e de "mão beijada" . Satisfazer as necessidades dos filhos é uma obrigação dos pais, mas é preciso distinguir claramente o que são necessidades do que é apenas consumismo caprichoso. Estabelecer limites para os filhos, é necessário e saudável. Nunca se ouviu falar que crianças tenham adoecido porque lhes foi negado um brinquedo novo ou outra coisa qualquer. Mas já se teve notícias de pequenos delinqüentes que se tornaram agressivos quando ouviram o primeiro não, fora de casa. Por essa razão, se você ama seu filho, vale a pena pensar na importância de aprender a difícil arte de dizer não. Vale a pena pensar na importância de educar e preparar os filhos para enfrentar tempos difíceis, mesmo que eles nunca cheguem. *** O esforço pela educação não pode ser desconsiderado. Todos temos responsabilidades no contexto da vida, nas realizações humanas, nas atividades sociais, membros que somos da família universal. | (Do livro "Repositório de Sabedoria" vol I, Educação) |
Escrito por Polonius às 22h58
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| 19/06/2009 |
Sem Deus

Escrito por Polonius às 19h43
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| 14/06/2009 |
Ingratidão

Escrito por Polonius às 20h14
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| 12/06/2009 |
A mentira descoberta!
"O Dr.Arun Gandhi, neto de Mahatma Gandhi e fundador do Instituto M.K. Gandhi para a Vida Sem Violência, em sua palestra de 9 de junho, na Universidade de Porto Rico, compartilhou a seguinte história como exemplo da vida sem violência exemplificada por seus pais: "Eu tinha 16 anos e estava vivendo com meus pais no instituto que meu avô havia fundado, a 18 milhas da cidade de Durban, na África do Sul, em meio a plantações de cana de açúcar. Estávamos bem no interior do país e não tínhamos vizinhos. Assim, sempre nos entusiasmava, às duas irmãs e a mim, poder ir à cidade visitar amigos ou ir ao cinema. Certo dia, meu pai me pediu que o levasse à cidade para assistir a uma conferência que duraria o dia inteiro, e eu me apressei de imediato diante da oportunidade. Como iria à cidade, minha mãe deu-me uma lista de coisas do supermercado, as quais necessitava, e, como iria passar todo o dia na cidade, meu pai me pediu que me encarregasse de algumas tarefas pendentes, como levar o carro à oficina. Quando me despedi de meu pai, ele me disse: 'Nós nos veremos neste local às 5 horas da tarde e retornaremos a casa juntos.' Após, muito rapidamente, completar todas as tarefas, fui ao cinema mais próximo. Estava tão concentrado no filme, um filme duplo de John Wayne, que me esqueci do tempo. Eram 5:30 horas da tarde, quando me lembrei. Corri a oficina, peguei o carro e corri até onde meu pai estava me esperando. Já eram quase 6 horas da tarde. Ele me perguntou com ansiedade: 'Por que chegaste tarde?' Eu me sentia mal com o fato e não lhe podia dizer que estava assistindo um filme de John Wayne. Então, eu lhe disse que o carro não estava pronto e que tive que esperar... isto eu disse sem saber que meu pai já havia ligado para a oficina. Quando ele se deu conta de que eu havia mentido, disse-me: 'Algo não anda bem, na maneira pela qual te tenho educado, que não te tem proporcionado confiança em dizer-me a verdade. Vou refletir sobre o que fiz de errado contigo. Vou caminhar as 18 milhas à casa e pensar sobre isto.' Assim, vestido com seu traje e seus sapatos elegantes, começou a caminhar até a casa, por caminhos que nem estavam asfaltados nem iluminados. Não podia deixá-lo só. Assim, dirigi por 5 horas e meia atrás dele... vendo meu pai sofrer a agonia de uma mentira estúpida que eu havia dito. Decidi, desde aquele momento, que nunca mais iria mentir. Muitas vezes me recordo desse episódio e penso.. Se ele me tivesse castigado do modo que castigamos nossos filhos...teria eu aprendido a lição?... Não acredito... Se tivesse sofrido o castigo, continuaria fazendo o mesmo... Mas, tal ação de não-violência foi tão forte que a tenho impressa na memória como se fosse ontem... Este é o poder da vida sem violência." "MELHOR QUE PEDIR PERDÃO, É NÃO MAGOAR A NINGUÉM." (Irmão José)
Escrito por Polonius às 18h18
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| 10/06/2009 |
Conduta (Sathya Sai Baba)
A conduta é o mais importante para cada pessoa. A conduta é determinada pelo estado da mente. Em vez de dar liberdade às insinuações dos sentidos, cada ação deveria ser feita como uma oferta sagrada ao Divino. A pessoa deveria ser indiferente à crítica ou ao elogio. Tal equanimidade pode vir somente da fé inabalável em Deus. Sem essa fé, e preenchido com a vaidade de que é o realizador de tudo, o homem fica submerso em sofrimento e dificuldade. Aquele que ostenta suas realizações deveria reconhecer, igualmente, que é o autor dos seus infortúnios. Ele não pode reivindicar ser o realizador e, ao mesmo tempo, negar a responsabilidade pelas conseqüências de suas ações. Portanto, em todas as suas ações - sejam boas ou ruins -, faça seu dever e entregue os resultados a Deus.
Escrito por Polonius às 10h35
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| 08/06/2009 |
Medo

Escrito por Polonius às 19h30
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| 04/06/2009 |
Na vida

Escrito por Polonius às 12h38
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| 01/06/2009 |
Cúmplices e nada mais (Débora Acácio)
É somos cúmplices sim E dai? Somos cúmplices dessa doce e maravilhosa sensação de querer, possuir, ter, assumir, de nos consumir. Nos consumir assim… Devagar.. Do começo de nosso corpo ao fim de nossa eclipse, nossa fusão. Esse misto de ternura e devassidão… De razão e emoção… De sim e de não… Somos cúmplices sim. E dai?? Cúmplices nessa caixa mágica… atípica e inexorável chamada existência. E para que resistência? Somos cúmplices em nossos segredos, desejos, sonhos e realizações. Nas alegrias e decepções… Nos direitos e nos deveres… Nas surpresas e revelações… Somos cúmplices, sim! E assim vamos juntos, nas tramas e colheitas de nossas ações. Pensando juntos antes das decisões. Caminhando de mãos dadas, Olhando para frente. Levantando e caindo Descendo e subindo Mas sempre assim Cúmplices e nos assumindo.
Escrito por Polonius às 21h08
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