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| 08/02/2010 |
O que significa ajudar?

Ajudar é uma arte, que pode ser aprendida e praticada. Compreender aquele que procura a ajuda, promovendo seu encontro com o que lhe é adequado, e simultaneamente, daquilo que o ergue, acima de si mesmo, para algo mais abrangente. Nós, seres humanos, dependemos, sob todos os aspectos, da ajuda de outros. Ao mesmo tempo, precisamos também ajudar outros. Aquele de quem não se necessita, aquele que não pode ajudar os outros, fica só e definha. A ajuda serve, portanto, não somente aos outros, mas também a nós mesmos. Via de regra, a ajuda é recíproca, por exemplo, entre parceiros. Ela se ordena pela necessidade de compensar. Quem recebeu de outros o que deseja e precisa, também quer dar algo, compensando assim a ajuda. Para nós, muitas vezes a compensação através da retribuição só é possível de uma forma limitada, por exemplo, em relação a nossos pais. O que eles nos presentearam é grande demais para que possamos compensar, retribuindo com algo. Assim, só nos resta, em realção a eles, o reconhecimento pelo presente que nos deram e o agradecimento que vem do coração. A compensação através da retribuição e o consequente alívio só se consegue quando se passa isso adiante, por exemplo, aos próprios filhos. (BERT HELLINGER)
Escrito por Polonius às 00h38
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| 05/02/2010 |
A Seu Respeito (Prem Rawat)
Gostaria de usar um tempinho para falar a seu respeito. Como eu sei sobre você? Num nível elementar, você não é diferente de mim. Não me refiro às suas realizações ou ao seu potencial, ou às coisas pelas quais você já passou. Mas, como seres humanos – o que você é e eu também sou –, existe algo que nós temos em comum. Eu estou vivo; você está vivo. Um alento pulsa em mim; um alento pulsa em você. Seu anseio é pela felicidade, independentemente dos meios pelos quais você a busca. Felicidade, alegria, paz – são suas aspirações, compõem também meus anseios. Portanto, falo a você nesse nível fundamental, não como perito, um pregador, nem mesmo como um professor, mas de um ser humano para outro. Estamos em meio a um inacreditável tornado de mudanças. Tudo à nossa volta está num contínuo estado de mutação. Pensamentos, ideias, percepções mudam. E você muda – muda e muda – tudo isso enquanto tenta lutar contra as mudanças. Talvez em algum momento de sua vida, você chegue à seguinte conclusão: basta de combater as mudanças – deixe que venham. No meio de todas essas mudanças, poderia haver algo que não muda? Você não está errado em perseguir essa coisa que não muda. É inato em você essa busca, para que possa ter algo chamado estabilidade – poder reconhecer a mudança e, contudo, manter a dignidade de ser quem é. Quem é você? Você foi incrivelmente abençoado por ter esta vida. Isso é muito mais do que você pode perceber. Muita gente diz: “Eu sou eu. Fiz isso; fiz isso. Não é grande coisa”. Bom, deixe-me dizer, você é totalmente único. Não há ninguém como você na face desta Terra e, na verdade, você sabe disso. Seu jeito de sorrir, de olhar, a forma de pensar, rir, chorar, andar, a forma de saber e de não saber – é completamente única. Quando você se for, nunca será substituído – jamais. O milagre é que essa respiração está chegando a você e você está vivo. Pode pensar, entender e sentir. Esses são os milagres, e estão acontecendo dentro de cada ser humano. Quando o sol nasce ou se põe, desperta a apreciação e você diz: “Que lindo”. Quando uma guitarra é tocada em sintonia com um sentimento, ela desperta algo em você. Agora, deixe-me perguntar: é possível que você também tenha dentro de si a paz, mas não encontrou aquilo que a desperta? Poderia ser assim tão simples? Sem nenhuma conferência mundial? Sem líderes se reunindo e fazendo propostas de paz? Estou dizendo que a paz já está dentro de você, que aquilo que está buscando você já tem. Será que você é mais completo do que consegue perceber? Será que a paz foi colocada aí, bem no seu coração, para que assim você saiba onde encontrá-la? Você precisa é do tambor da clareza tocando em sua vida, que irá despertar o ritmo da paz. Seus bens não são as coisas que você acha que são – seus bens verdadeiros são a sua clareza – sua consciência, sua capacidade de entender a paz que está em você. Esses são seus bens. Sem eles, sem o reconhecimento do divino que reside em você, irá buscar e buscar e buscar. E, quanto mais procurar, mais desapontado ficará. Tudo o que estou afirmando, você já sabe, e não porque alguém lhe falou, mas pelos fundamentos que existem em cada ser humano – por aquilo que você realmente é, não por suas ideias. A paz é uma realidade. A alegria que está dentro de você é uma realidade. Do que você precisa? Precisa que alguém lhe mostre o caminho interior, alguém que possa colocar um espelho na sua frente para que veja quem você é. Trata-se realmente de enxergar. Você pode escrever um livro sobre a água ou sobre um copo. Mas saciar a sede é uma experiência que você terá que ter. O que você está buscando está em seu interior. Se precisar de ajuda para encontrar, eu posso ajudar. É isso. É simples, é belo – por natureza – pelo fato de você estar aqui. Entenda essa simplicidade, essa beleza, o que significa estar vivo. Aprenda a desfrutar do mais agradável. Esteja realizado nesta vida.
Escrito por Polonius às 23h02
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| 01/02/2010 |
Quem cuida do cuidador? (1)

"O mundo está cheio de predadores. Nos locais de trabalho, vêem apenas os seus próprios interesses. Nas ruas, espalham lixo, crime, depredação. Nos palácios, enganam consumidores, demitem para reduzir custos, desviam dinheiro público. Nas famílias e igrejas consomem recursos, abusam sexualmente. Triste a vida dos admirados felinos que precisam matar para viver, estreita a vida de quem destaca a si mesmo diminuindo os outros. É preciso cuidado para não ser assim. Mas raros são os cuidadores. Pela profissão seriam professores, bombeiros, policiais, enfermeiros, psicólogos, médicos, advogados, assistentes sociais. Pela função, seriam orientadores, líderes comunitários, religiosos, políticos, promotores, juízes, conselheiros tutelares, avós, pais e mães. Mas nem profissão nem função fazem o cuidador. É preciso atitude e sensibilidade e estas não são prerrogativas de instituições. Felizes são os passarinhos que comem frutas e semeiam caroços, mas as filas dos zoológicos não são para eles. Cuidadores, em geral, ganham menos, têm pouca estrutura, são desvalorizados pelas instituições. Por sua sensibilidade ou por entrar em contato constantemente com crises, violências e doenças, sofrem desgastes. É comum que profissionais da saúde, educação e assistência social, que as pessoas que a vida coloca em apoio a quem está em crise acabem ficando duras. Tristemente conhecidos são os médicos que atendem sem cumprimentar, sorrir, olhar. Mas há também professores que afirmam saber, no primeiro bimestre, quem vai passar ou não, assim como assistentes sociais que ao olhar uma pessoa de rua afirmam saber se ele “tem jeito”. A explosão de predadores que vivemos se deve exatamente à falta de cuidadores, mas não só lá fora. Observando em profundidade, cada um de nós é predador e cuidador, todos podemos produzir ou interromper extensas e poderosas cadeias de exploração, negligência e violência, induzindo ou evitando que vítimas acabem por se tornar, conscientemente ou não, violentadores. Se tivesse sido acolhido por pessoas atentas quando, ainda criança, foi abusado por um parente, mesmo um Maníaco do Parque poderia não ter, anos depois, destruído a vida de dezenas de moças e suas famílias. Podemos fortalecer ou enfraquecer, em nós e no mundo, a corrente da violência que dá tanta audiência para jornais, dá tanto ouvido para fofocas, espalha desânimo, revolta e autocompaixão. Muito mais importantes que as guerras da violência e da audiência, milhares de olhares tristes esperam que mais pessoas aprendam a ouvir, enxergar, que valorizem, em todos os ambientes, as funções, as atitudes acolhedoras, que estimulem carinhosamente o cuidador. A começar por aquele que existe em cada um, que é o primeiro a precisar de cuidado." (1) Esse desafio é proposto pelo psiquiatra e antropólogo Adalberto Barreto, criador da metodologia da Terapia Comunitária (TC) que foi criada e sistematizada no ano de 1987 em Fortaleza – Ceará. É uma técnica que vem cuidando de milhares de pessoas, a maioria das quais sem acesso a programas de saúde mental.
Escrito por Polonius às 23h08
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| 29/01/2010 |
Um encontro com nós mesmos

“Por onde passamos, ouvimos falar de crises nos mais diversos setores da existência. No centro desse turbilhão de conflitos encontra-se o ser humano, repleto de interrogações. “Quem sou eu?” é a irresistível e urgente pergunta que se impõe, revestida de atualidade numa época em que o interesse da pessoa pela própria pessoa transformou-se numa questão de sobrevivência. Vários de nossos problemas cotidianos se originam da maneira como aprendemos a sentir e interpretar nossa existência. É necessário que tenhamos como objetivo a busca da autenticidade do ser, a eliminação das distorções que nos impedem de viver nossa plenitude e o descobrimento de nossas potencialidades, que podem otimizar nossa condição de seres humanos únicos. Desta maneira, um encontro com nós mesmos significa reconhecer nossos pontos negativos e melhorar nossa capacidade de comunicação, a fim de descobrirmos uma realidade que nos permita viver de maneira mais livre e autêntica. Devemos buscar uma série de recursos humanos que, definitivamente, irão tornar-nos mais aptos para a vida. Não o coloquemos em dúvida. Melhorará a nossa capacidade de fazermos frente aos desafios que o viver cotidiano comporta. Aumentará nossa autoconfiança e fará também com que, em prol da nossa própria dignidade, sintamo-nos merecedores de ver satisfeitas as necessidades que o desenvolvimento de uma vida plena e feliz comporta. Alguns estudiosos da psicologia dizem que a auto estima é como uma espécie de sistema imunológico muito particular que, no sentido mais pleno, gera resistência, vigor e capacidade de regeneração no ser humano. Toda diminuição da nossa auto estima produz um efeito oposto: aumenta a sensação de inutilidade, as sensações de impotência e todo tipo de reações emocionais negativas. A auto estima diminuída transforma-se em uma espécie de filtro através do qual as potencialidades e vivências mais positivas tornam-se reduzidas, enfatizando, em troca, tudo o que supõe um entrave à vida, ao desenvolvimento pessoal e à aquisição da felicidade. Para começar a avaliar a sua atual situação quanto à auto estima, você poderia começar enfrentando estas perguntas: Você acha que se respeita suficientemente? Você sente por você mesmo(a) o apreço que você sentiria pela pessoa mais querida? A não aceitação de uma parte de você mesmo(a) produz sofrimento em você? Você tem avaliado com carinho as suas qualidades e todas as coisas positivas que você já conseguiu? Você está contente com tudo isso? Diante dos seus erros e fracassos, você tem sido capaz de compreender que, como ser humano, você não é perfeito(a)? Você procura ser aquilo que chamam “você mesmo(a)”, fiel às suas crenças, evitando manipulações? Você acha que se cuida o suficiente? Tudo aquilo que você possa responder em face destas perguntas revela o nível da sua auto estima pessoal, quer dizer, a forma pela qual você avalia as suas capacidades, suas conquistas, seu aspecto físico, o conjunto de todos os traços que definem a sua personalidade. Convém ter sempre presente o fato de que a auto estima é o requisito fundamental para uma vida plena. Você mesmo(a) poderá comprová-lo através das suas reflexões. Pois a forma pela qual nós nos vemos e nos avaliamos projeta-se, configurando a nossa vida. Existe uma relação direta entre a auto estima e a boa disposição para enfrentarmos os desafios que a vida nos coloca diariamente. Quanto mais positivo for o nosso caudal de auto estima, maior plenitude alcançaremos em nossas atividades, em nossa criatividade, em nossas relações... Com maior gozo experimentaremos o dom da vida.”
Escrito por Polonius às 19h45
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| 27/01/2010 |
A república dos coroas (Celso Ming)
O rápido envelhecimento da população mundial não se limitará a provocar o deslocamento da curva etária. Produzirá enormes consequências, algumas delas, imprevisíveis. Em 1959, o geneticista russo Dimitri Belyaev tratou de domesticar raposas selvagens. Do seu plantel, apenas as mais mansas eram destinadas à reprodução. Depois de 30 gerações, elas não só estavam domesticadas, como também apresentaram impressionantes mudanças secundárias: a pelagem cinzenta foi trocada pela malhada em preto e branco, as orelhas antes pontudas caíram como as de um cão labrador, a cauda deixou de ter a ponta virada para cima e as fêmeas passaram a entrar no cio duas vezes por ano, em vez de apenas uma. Mudanças de proporções semelhantes devem ocorrer com o forte envelhecimento da população. Nos anos 50, um cinquentão já era considerado idoso. Hoje, espera-se de um septuagenário que continue forte, cada vez mais moço e fora do clube da bengala. Uma sociedade de coroas tende a empurrar o jogo político para o conservadorismo. E isso tem tudo para não se limitar à ideologia. Pode trabalhar para empurrar as brasas da sociedade para a sardinha dos mais velhos. A enorme resistência a reformas na Previdência Social do Brasil, por exemplo, pode estar refletindo um movimento em direção à adoção de um perfil gerontocrático de governo. Numa sociedade em que os mais velhos resistirão a largar o osso, os jovens talvez tenham de se preparar melhor para competir pelos melhores postos no mercado de trabalho e da política. Mudanças significativas podem acontecer no mercado financeiro e, especialmente, na administração do patrimônio. Os fundos de pensão, que passaram os últimos 40 anos comprando (em termos líquidos) títulos, ações e imóveis e, assim, inflando os preços dos ativos, passarão a desfazer-se de suas posições para financiar aposentadorias. Isso pode provocar efeito oposto, pode derrubar os preços dos ativos. O impacto dessa desova sobre as aposentadorias complementares pode ter consequências mais sérias do que hoje vem sendo admitido pelos técnicos. O perfil da saúde pública também deverá refletir essas transformações. A sociedade estará mais sujeita a doenças degenerativas do que a doenças infecciosas e contará com mais geriatras do que pediatras. Os planos de saúde do Brasil não parecem preparados para essa nova realidade, mas vão puxando rapidamente as contribuições dos associados acima de 60 anos. A mensalidade de um plano top classe A hoje já oscila em torno de R$ 7.000,00, porque tem de prever mais internações, mais uso de UTI, mais tecnologia e mais assistência em casa (home care). Cresce o número de maiores de 60 anos que moram sozinhos. Hoje eles são 14% (estimativa da ONU). Essa é uma tendência que poderá acelerar projetos mais adequados de imóveis e serviços para pessoas da terceira idade. E o governo deverá cuidar de construir mais casas de repouso do que creches e escolas. Mas isso pode não ser tudo. Assim como mudaram a pelagem, as orelhas, a cauda e a vida sexual das raposas de Belyaev, uma sociedade de coroas pode provocar transformações secundárias inesperadas.
Escrito por Polonius às 23h02
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| 25/01/2010 |
Eles já não se encontram mais na Terra

“Quem acompanha a história no mundo desconfia muito das previsões sobre aquecimento global feitas pelo IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas), em especial do alarmismo feita sobre elas. Aliás, muitas pessoas possuem um carro bi-combustível mas nunca usam álcool, pois afinal preferem destruir o planeta daqui há 100 anos, queimando petróleo, do que inviabilizar (hoje) o manancial de água que fica a 10 km de sua casa, financiando a plantação de cana que, com certeza, está crescendo por lá. Nós e nossas causas perdidas… Mas os relatórios do IPCC (de vez em quando somos obrigados a lê-los) não falam apenas dos problemas causados pela queima de combustíveis fósseis, mas também do uso da terra, isto é, da diminuição de áreas de vegetação natural, substituindo-as por pastagens ou plantações, que passam a refletir mais calor já que absorvem menos luz solar e isto obviamente também colabora com o aumento da temperatura, ao menos localmente. De qualquer forma, uma das piores consequências da diminuição de áreas naturais é a extinção de espécies que por perderem seu habitat não conseguem mais se reproduzir e completar o “ciclo da vida”, como é o caso, por exemplo, do tecopa pupfish, um peixe da Califórnia, declarado extinto em 1981, pela antropização dos rios em que vivia. Neste endereço, você ainda pode ver dez outras espécies de animais que foram extintas, nem sempre pela diminuição do habitat, mas que, como o ex-peixe californiano, também foram fotografadas ainda em vida: o tigre da Tasmânia, que não era tigre e apesar de parecido com cachorro, era na verdade um marsupial; o boto cor-de-rosa de Baiji, declarado extinto em 2006, e que vivia no Rio Yangtze na China, em cuja bacia hidrográfica moram em torno de 12% da população mundial (!) e que, além de poluírem o rio, ainda caçavam os indivíduos desta dócil espécie no rio que os chineses consideram ser o símbolo da paz e prosperidade (Ave Maria…); o tigre de Java, extinto nos anos 80, é outra espécie que perdeu seu habitat devido à agricultura e mineração, na ilha mundialmente conhecida pela fúria de seu vulcão. Um outro caso interessante é a cabra dos Pirineus que, apesar de extinta, tinha material genético preservado e por isto foi tentada a clonagem. Mas o clone, gerado no ventre de uma espécie aparentada, morreu após sete longos minutos de vida. Constatou-se depois uma má formação pulmonar na cabritinha. Pois é, a extinção é uma via de mão única, que acaba com a variabilidade inerente da evolução biológica que, na tentativa de ajustar as espécies ao habitat, escreve a evolução por linhas tortas. Nestes sites há um quiz sobre animais extintos nos anos modernos aqui e aqui. Pena que o homem sempre pensa que o que faz é certo.”
Escrito por Polonius às 14h41
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| 14/01/2010 |
Ídolos

Escrito por Polonius às 18h00
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| 13/01/2010 |
Pensamento positivo

Formule e grave em sua mente uma imagem sua, como pessoa vitoriosa. Agarre-se com tenecidade a essa imagem. Não permita que ela se dissipe. Sua mente procurará desenvolvê-la. Nunca pense em si como um derrotado, nunca duvide da realidade da imagem mental do êxito. A mente procura sempre completar o que imagina. Por isso, imagine sempre o "êxito", por pior que as coisas pareçam ir no momento. Todas as vezes que lhe acudir ao espírito um pensamento negativo a respeito dos seus poderes pessoais, expresse imediatamente um pensamento positivo para neutralizá-lo. Vencem os que acreditam poder vencer. Faça o que tem medo de fazer, que a morte do medo é certa. Acostume-se a praticar a confiança e a fé e, dentro em poucos, seus temores e inseguranças já não terão poder sobre você.
Escrito por Polonius às 18h39
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| 12/01/2010 |
A teoria da evolução é fato comprovado? (Dennis Allan)

A teoria da evolução é apresentada com tanta confiança que muitos acreditam que seja mais do que teoria. Livros didáticos, revistas e programas científicos na televisão dão a impressão que todos aceitam essa teoria como a única e mais adequada explicação das origens da vida, inclusive da vida humana. Se a teoria da macro-evolução for um fato comprovado, a Bíblia seria absolutamente falsa, pois ela afirma que Deus criou o universo e tudo que nele há (Atos 17:25-28; Hebreus 11:3). A nossa fé seria vazia e sem valor, pois a teoria da evolução contraria os princípios fundamentais das Escrituras e até nega a existência de Deus. Essa teoria, que domina e limita o pensamento de muitos cientistas hoje, nunca foi e jamais será comprovada. Há mais de 2.000 anos que alguns filósofos sugeriram algumas teorias da evolução. Nos últimos 200 anos, as ideias propostas por Charles Darwin têm se tornado artigos de fé que servem como a base da religião de muitos na comunidade científica. Mas são teorias e interpretações, não fatos. Nem todos os cientistas professam fé na evolução. Lynn Margulis, professora emérita de biologia na Universidade de Massachusetts diz que a história, futuramente, julgará o neodarwinismo uma "pequena seita religiosa do século XX, dentro da fé religiosa geral da biologia anglo-saxônica". Ela, como muitos outros cientistas, reconhece a falta de provas apoiando a teoria da macro-evolução. A noção de macro-evolução (ninguém nega a micro-evolução, pequenas mudanças em organismos já existentes) sugere que a vida surgiu e se desenvolve por acaso, sem ação inteligente. Até hoje, nem provas científicas, nem evidências arqueológicas irrefutáveis foram apresentadas para sustentar essa explicação. Os proponentes da teoria ficam cada vez mais frustrados. Darwin achou que mais pesquisas e o desenvolvimento tecnológico forneceriam as evidências que faltavam na época dele. Aconteceu ao contrário. Quase dois séculos passaram, e as evidências mostram mais e mais a fraqueza da sua teoria. G. A. Kerkut, bioquímico inglês e autor do livro As Implicações da Evolução, admitiu que "a evidência que apoia [a teoria da macro-evolução] não é forte o bastante para nos permitir a considerá-la mais do que uma hipótese funcional". Jerry Coyne, do Departamento de Ecologia e Evolução da Universidade de Chicago diz: "Concluímos - inesperadamente - que há poucas provas que sustentam a teoria neodarwiniana: seus alicerces teóricos são fracos, assim como as evidências experimentais que a apoiam". A Bíblia não menciona a teoria da evolução, mas apresenta como fato a criação por Deus. A explicação bíblica, também, fica fora dos limites dos laboratórios científicos. A grande maioria dos seres humanos olha para a evidência ao seu redor e aceita, por fé, a ideia de criação por Deus: "Porque os atributos invisíveis de Deus" são "percebidos por meio das coisas que foram criadas" (Romanos 1:20). A nossa fé é bem colocada, e nada teme da investigação científica. E a fé dos evolucionistas? "Diz o insensato no seu coração: Não há Deus" (Salmo 14:1).
Escrito por Polonius às 13h11
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| 07/01/2010 |
A crise (Albert Einstein)

"Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar "superado". Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la".
Escrito por Polonius às 22h03
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| 04/01/2010 |
Carta de um filósofo

Esta carta foi escrita pelo imenso filósofo espanhol José Ortega Y Gasset a seu discípulo Julian Marias, também filósofo, ao transmitir-lhe o comando da Escola de Madrid. É linda e, espero, muito proveitosa a todos nós, neste início de ano. “O grande drama da vida talvez esteja em sua própria construção, naquilo que devemos fazer com ela, como o grito desesperado de São Paulo ao pronunciar ‘o homem tem que ser edificante’, cruel exigência ou maravilhoso favor. Nessa edificação ganha a imaginação a princípio. Mas só a princípio, já que ao efetivar-se o sonho, perdemos parte dessa grande mãe criativa, que tantas vezes se oculta na realidade que o mundo insiste em chamar de verdade. Construímo-nos exatamente como o novelista constrói seus personagens. Somos novelistas de nós mesmos e se não o fôssemos, jamais poderíamos entender qualquer obra literária ou poética. Quem não percebe o autor de sua vida, não aprecia a arte que lhe inspira e nem admira a natureza que o espelha. O lamentável é que, na maioria das vezes, cumpre-nos eleger um só e único caminho dentre os muitos que poderão chegar e atender aos apelos da vocação. São programas de vida e, não necessariamente, o projeto vital. Passam na fantasia mas nem sempre refletem o desejo. Ao escolher alguns, excluímos os demais, onde poderá haver justamente o ponto central. Pode acontecer, e geralmente acontece, que a multiplicidade dos dotes desoriente e perturbe o projeto vital, o chamamento sagrado do fogo interior. Como Goethe que viveu inseguro do seu Eu, do seu desejo, devido à natural exuberância de suas aptidões. Quantos mais eu vi assim. Tamanha aptidão em confronto com uma vontade duvidosa! E uma vida de tal forma ambígua, flutuando ao sabor do acaso, sem maior determinação interna, torna-se vida em disponibilidade. Goethe queria permanecer eternamente em disponibilidade. Difícil questão: até que linha divisória a disponibilidade é o livre ser, a passagem para o novo, e até que ponto torna-se desperdício? Tudo indica que Fernando Pessoa, esse grande entre os maiores, tenha sido um caso análogo. A multiplicação de suas vidas possíveis desorientou e perturbou o rumo de seus passos parta o que poderia vir a ser a sua vida real, exclusiva, vocacional. Mergulhou por suas próprias palavras em “progressiva e irreversível disponibilidade”. No vazio da disponibilidade, que fez de toda a sua existência a busca interminável e sempre frustrada da “identidade perdida”. Ou será essa identidade perdida que tira o homem do comum, desse diário ofuscante que preenche falsamente o impreenchível. É a dúvida dos libertos de pensamento, dos que possuem a saudável angústia da tragédia e a visão do paraíso dessa monumental condição humana. Aqui, neste momento, Julian, penso se estou disponível, se sempre estive e tremo de pavor ao questionar se a disponibilidade já não cabe num homem tão envolvido! Enfim, se me fiz ou se me perdi. Neste inverno madrilenho, ao final da vida, é o meu drama e meu encanto. Ter Goethe e Pessoa como fantasmas e santos do meu sonho e do meu dia”. Temos todos que vivemos, Uma vida que é vivida, E outra vida que é pensada, E a única que realmente temos É essa que é dividida Entre a verdadeira e a errada... Fernando Pessoa
Escrito por Polonius às 00h09
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| 31/12/2009 |
Os filhos de Caim

“Este texto foi elaborado com intuito de tentar se dar ideia de como foi semeada a raça humana no planeta Terra após a expulsão de Adão e Eva do Éden. As histórias que ouvimos que somos descendentes dos macacos tem até um sentido lógico, pois eles, como apareceram primeiro no planeta, criou-se uma teoria de evolução. Óbvio que isto não ocorreu. A verdade é que ainda somos muito pequenos para o universo para conhecermos um pouco nossas origens. A Bíblia pode ter seus mistérios, mas Deus é claro em detalhes de suma importância. Até a expulsão do jardim do Éden, não é mencionada nenhuma vez que o casal teve filhos. Alguns, que não crêem, procuram usar desta passagem para desacreditar o escrito divino. Antes de Eva ficar grávida de seu primeiro filho, Caim, tanto Adão como sua esposa Eva pecaram, desobedecendo a Deus, e foram expulsos do jardim do Éden. (Gên. 3:1-19). Onde viveriam então Adão e Eva? A Bíblia nos diz: “Com isso, Jeová Deus o pôs para fora do jardim do Éden para lavrar o solo de que tinha sido tomado. E expulsou assim o homem, e colocou ao oriente do jardim do Éden os querubins e a lâmina chamejante duma espada que se revolvia continuamente para guardar o caminho para a árvore da vida.” — Gên. 3:23, 24. Disto pode-se ver que Adão aparentemente foi para o oriente do jardim do Éden. Foi ali que, não só Caim e Abel nasceram, mas a Bíblia também menciona mais tarde o nome de um terceiro filho, Sete. No entanto, note que Adão e Eva também tiveram outros filhos. Pois Gênesis 5:4 afirma: “E os dias de Adão, depois de gerar Sete, vieram a ser oitocentos anos. Entrementes, ele se tornou pai de filhos e de filhas.” Isto significava que Caim e Abel tinham irmãs, e possivelmente outros irmãos não alistados nominalmente. Estes cresceram juntos como a família original da terra. Passou-se o tempo. Por fim, depois da oferta de sacrifícios a Deus por dois dos filhos, Caim ficou com inveja de Abel porque Deus mostrou favor para com Abel e seu sacrifício, mas não para com Caim e o sacrifício dele. Caim permitiu que o ódio se desenvolvesse para com Abel e o matou. — Gên. 4:1-8; 1 João 3:10-12. Não é mencionado com quantos anos de idade Caim matou Abel, mas acredito que esse evento ocorreu na fase jovem/adulta ou adulta de Caim, tempo mais que suficiente para que Eva gerasse mais filhos e filhas (penso eu que o primeiro casal deveria ter um filho por ano). Por esta ação iníqua, Deus sentenciou Caim ao banimento, longe dos restantes de seus parentes. A Bíblia diz: “Caim foi embora de diante da face de Jeová e foi morar na terra da Fuga, [chamada “a terra de Node” em algumas traduções da Bíblia], ao leste do Éden.” — Gên. 4:9-16. No entanto, note aqui que a Bíblia não diz que Caim encontrou sua esposa na terra da Fuga. Simplesmente diz: “Caim teve depois relações [sexuais] com a sua esposa, e ela ficou grávida e deu à luz Enoque.” — Gên. 4:17. Onde, então, obteve Caim sua esposa? Foi obviamente dentre sua própria família. Sua esposa era uma de suas irmãs carnais, uma filha de Adão e Eva. Caim provavelmente já era casado na ocasião em que matou Abel, ou pouco depois disso tomou como esposa a uma de suas irmãs. Então viajaram juntos para a terra da Fuga, onde fixaram residência e iniciaram sua própria família. “Mas, tal união é incesto!” alguns talvez objetem. Tal objeção reflete o conhecimento do risco para os filhos quando irmãos e irmãs se casam em nossos dias. Estes frequentemente nascem com certas deformações físicas ou com incapacidade mental. Assim, a maioria dos países hodiernos dispõem de leis que proíbem o casamento entre parentes carnais próximos. Deve-se lembrar, contudo, que as circunstâncias diferiam nos primeiros tempos. Adão e Eva foram criados perfeitos, e a instrução dada a eles de ‘multiplicar-se e encher a terra’ necessariamente exigiria que seus descendentes se casassem uns com os outros e se reproduzissem. (Gênesis 1.28 “Sede fecundos, e tornai-vos muitos, e enchei a terra e sujeitai-a.”: Deus abençoa o casal para que sejam fecundos, instituindo a reprodução humana.) Mas, como humanos perfeitos, seus filhos teriam sido perfeitos como eram seus pais. Muito embora Adão e Eva pecassem e se tornassem imperfeitos, Caim e seus irmãos e irmãs ainda estavam tão próximos da perfeição física que os seus filhos não sofreram os mesmos efeitos adversos como sofrem os filhos hoje nascidos de tais uniões. Até mesmo cerca de 2.000 anos depois, o fiel servo de Deus, Abraão, casou-se com sua meia-irmã, Sara, e Deus não desaprovou isto. (Gên. 20:12) Passaram-se outros 450 anos mais ou menos até que Deus achou apropriado fornecer à sua nação de Israel um conjunto de leis que proibiam o incesto sob pena de morte. (Lev. 18:8-17) Nessa época, a imperfeição aparentemente chegara a tal ponto que não era mais seguro que parentes próximos se casassem. Assim, na realidade, a pergunta de onde obteve Caim sua esposa não é difícil. A resposta é fornecida ali mesmo na Bíblia, e se torna óbvia quando se lê cuidadosamente o relato da Bíblia.”
Escrito por Polonius às 01h23
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| 30/12/2009 |
Alcoolismo entre os jovens

“Problema dos mais sérios, seja pelo lado da saúde, seja por suas implicações sociais, acaba de ser trazido a público por pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). O trabalho, efetuado junto a 63 mil alunos do ensino fundamental de todas as capitais do País,mostra que 71,4% dos jovens na faixa entre 13 e 15 anos de idade já consumiram bebidas alcoólicas. Destes, 27,3% o fizeram nos últimos trinta dias e 22,1% já se embriagaram pelo menos uma vez. É evidente que esses adolescentes não estão subjugados pelo alcoolismo, mas, se eles não tiverem uma boa orientação a respeito das desgraças que o vício pode trazer, será grande o risco de enveredarem por um doloroso caminho. Na idade em que se encontram – que é a idade da formação e da afirmação, como também do exibicionismo e das transgressões – o esclarecimento é de suma importância, e não apenas para a questão das drogas. O álcool em excesso, da mesma forma, é um tremendo fator de degradação humana, justificando-se, pois, todos os esforços que forem desenvolvidos para evitar sua disseminação entre a juventude. É tarefa que cabe, primeiro à família, mas a escola e as igrejas não podem deixar de engajar-se em campanhas de conscientização dos rapazes e moças, e que não falte, em paralelo, o rigor da lei contra comerciantes que vendem bebidas a menores de idade. Apesar de proibida, a prática é freqüente, e precisa ser coibida com o máximo de severidade.”
Escrito por Polonius às 00h11
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| 26/12/2009 |
Jesus Cristo: Lunático, Mentiroso ou Senhor? (Dennis Allan)

A Evidência da Divindade de JesusEnquanto Jesus caminhava pela face da terra há aproximadamente dois milênios, a humanidade se dividia em três grupos com diferentes visões sobre ele. Alguns estavam convencidos de que Jesus era o Filho de Deus e então dirigiam-se a ele como "meu Senhor e meu Deus" (João 20:28). Outros consideravam as afirmações e ações de Jesus como atos de blasfêmia e ". . . procuravam matá-lo porque ... dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus" (João 5:18). Porém um terceiro grupo pensava que Jesus era insano e deveria ser ignorado (João 10:20). Muitos chamados "Cristãos" da atualidade tentam adotar uma posição de compromisso e alegam que Jesus foi um homem bom – que foi até um homem perfeito – porém não era Deus. Considerações cuidadosas das afirmações e ações de Jesus, entretanto, excluem esta conclusão. As únicas possíveis explicações sobre Jesus são as três que foram propostas no primeiro século. As Possibilidades:1. Jesus é quem alegou ser, o Filho de Deus, ou 2. Ele era louco e erroneamente se julgava Divino, ou 3. Ele foi o maior mentiroso que já existiu. Consideremos as possibilidades na luz das ações e afirmações de Jesus. As Afirmações de JesusJesus não fez nenhuma tentativa de esconder suas afirmações de Divindade. Ele repetidamente afirmou que era o Filho de Deus (João 9:35-38; Mateus 16:16-20; etc). Os judeus da época de Jesus estavam certos de que esta era uma afirmação de igualdade a Deus (João 5:18), que Jesus julgava-se ser Deus. A própria linguagem de Jesus não deixou dúvidas, conforme ele aplicou a descrição "Eu Sou" para si próprio (João 8:24-58; veja Êxodo 3:13-14). Jesus claramente afirmou ser Deus! O que faremos com as afirmações de Jesus? Se elas são verdadeiras, então Jesus é Divino. Se elas são falsas, então Jesus intencionalmente mentiu e foi assim um terrível farsante, ou ele era louco e foi iludido por si próprio a acreditar e antecipar o mito de sua própria Divindade. Não podemos considerar suas afirmações e menosprezá-lo como meramente um homem bom ou perfeito. Ou ele é um lunático, ou um mentiroso, ou o Senhor de todos! As Ações de JesusAs ações de Jesus na terra foram inteiramente consistentes em relação às suas afirmações de Divindade. Ele atuou, sem se justificar, como Deus encarnado! Ele proclamou a habilidade de perdoar os pecados (Mateus 9:2-6). Os judeus sabiam que qualquer mero homem que fizesse tal afirmação era um blasfemador. Jesus também aceitou adoração dos humanos, depois de dizer sem dúvida que adoração pertence somente a Deus (Mateus 4:10; 8:2; 9:18; João 9:38). Nas ações de Jesus ele afirmava ser Deus. Quando a meros homens ou anjos foram oferecidos tal adoração, eles apressavam-se à proibi-la (Atos 10:25-26; Apocalipse 22:8-9). O que faremos com as ações de Jesus? Se ele foi um mero homem, certamente os judeus estavam certos em acusá-lo de blasfemar, por ter se apresentado como Deus. Não podemos atribuir suas ações a um simples homem e considerá-lo bom e perfeito. Jesus foi o Senhor, que afirmou ser, ou ele foi um mentiroso, ou um lunático. Os Sinais de JesusAgora vamos para um verdadeiro teste das afirmações da Divindade de Jesus. Se ele realmente é Deus, criador e sustentador do universo, então seria razoável esperar que suas palavras fossem confirmadas com inegáveis demonstrações de poderes sobrenaturais. Os sinais, ou milagres, de Jesus preenchem um importante papel neste sentido. Os relatos do evangelho são cheios de detalhes de vários milagres os quais Jesus realizou. Estes milagres são claras e inegáveis demonstrações de poder. Jesus curou pessoas de evidentes enfermidades, ressuscitou os mortos, acalmou os mares, etc. Até seus adversários não negaram a veracidade de seus milagres. Eles contestavam a fonte de seu poder (Mateus 12:22-28) e as autoritárias afirmações de que se podia perdoar pecados (Mateus 9:1-8). Eles criticaram porque Jesus curou nos sábados (João 9:13-16). Mas, não negavam a autenticidade de seus milagres! Jesus não é lunático, nem mentiroso e sim o que ele mesmo afirmava ser, Deus. A Ressurreição de JesusO túmulo de Jesus foi encontrado vazio três dias após sua morte. Desde a época da morte de Jesus, existem duas explicações do sepulcro vazio. Uma é a explicação bíblica sobre qual a fé dos cristãos está baseada em que Jesus ressuscitou dos mortos (1 Coríntios 15:3-4,14). A outra é aquela que foi tramada pelos mesmos homens que organizaram desonestamente a traição, julgamento e crucificação de Jesus. Os líderes religiosos subornaram os soldados para que disseram que o corpo de Jesus tinha sido roubado (Mateus 28:11-15). Note três falhas fatais desta explicação: 1. Foi comprovado que os sacerdotes mentiram. 2. O corpo nunca foi encontrado. 3. Os "ladrões de covas" (apóstolos) citados sofreram e morreram porque disseram que Jesus realmente ressuscitou. Homens morrem pelo que acreditam. É um absurdo afirmar que uma dúzia de homens estariam querendo morrer por uma mentira tão conhecida! A ressurreição apresenta-se como a máxima evidência da Divindade de Jesus. Qual é a importância Disto?Esses pequenos exemplos acima (as afirmações, as ações, os sinais, e a ressurreição de Jesus) servem meramente para apresentar a abundante evidência da Divindade de Jesus Cristo. Numa época em que a dúvida e a descrença estão em alta, toda pessoa que deseja seguir Jesus precisa cuidadosamente considerar o caso para com a Divindade de Cristo. Jesus mesmo declarou o significado deste tema quando ele disse: "Se não crerdes que Eu Sou, morrereis nos vossos pecados" (João 8:24). Você pode dizer, como o "duvidoso" Tomé disse, que Jesus Cristo é "meu Senhor e meu Deus" (João 20:28-31)? Sua resposta para esta questão é de eterno significado. Considere isto cuidadosamente.
Escrito por Polonius às 17h46
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| 22/12/2009 |
A educação
“A educação deve cultivar a humildade e a disciplina, mas atualmente ela está produzindo uma colheita de orgulho e inveja. Portanto, a educação deve verter luz e iluminar a escuridão na mente e no intelecto. Ela não representa o mero conhecimento livresco. Ela deve esclarecer o parentesco de uma pessoa com outra pessoa e sua relação íntima com a natureza. Ela deve harmonizar as experiências anteriores de alguém com suas experiências atuais e guiá-lo a experiências benéficas no futuro. Ela deve validar o conhecimento obtido dos livros através das experiências e, no processo, fazer a pessoa crescer até que ela se torne Divina.”
Escrito por Polonius às 19h00
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