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| 31/12/2011 |
Seja grato
“Seja grato a Deus que lhe deu o Tempo, assim como a ação para preenchê-lo. Ele deu-lhe comida, assim como a fome para saboreá-la. Mas isso não lhe dá direito a participar das ações de forma indiscriminada. Quando você constrói uma casa, você instala uma porta na frente. Qual é o seu propósito? Permitir que entrem todos os que você acolher e deixar os outros para fora, evitando que entrem quando e como quiserem. Do mesmo modo, selecione os impulsos, as motivações, os incentivos que entram em sua mente; mantenha fora o degradante, o humilhante e o deletério. Acolha a mais elevada sabedoria das escrituras, a sabedoria selecionada a partir do cadinho da experiência. Você tem meditado muito tempo sobre riqueza, status, salário, filhos, parentes, fama e padrão de vida. Eles são todos de valor momentâneo. Ajuste seu foco e anseie por Deus, o Eterno, o Real, o Puro e o Inalterável.” Feliz Ano Novo!!!
Escrito por Polonius às 20h26
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| 14/12/2011 |
Receita chinesa para viver!!!

Nós ocidentais, ficamos surpresos de perceber a quantidade de velhos saudáveis na China e, segundo a milenar medicina chinesa, o segredo para se viver mais e melhor é muito simples. É só: Comer a metade. Andar o dobro. E rir o triplo."
Escrito por Polonius às 15h40
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| 09/12/2011 |
O livro de duas páginas

Um sábio chinês presenteou o imperador com um livro que continha apenas duas páginas.
Ao dá-lo, o sábio explicou: "No momento mais triste de sua vida, senhor imperador, leia a primeira página e feche o livro. E no momento mais feliz, leia a segunda. O presente terá atingido seu objetivo."
Tempos depois, o azar abateu-se sobre o império. Uma peste matou parte da população, uma praga destruiu a lavoura, bárbaros invadiram as terras saqueando o que sobrara. Desesperado, o imperador lembrou-se do livro.
Na primeira página, somente uma frase curta: "ISSO VAI PASSAR." Incansável e laborioso, ele convocou seus conselheiros e pediu o apoio de seu povo para expulsar os invasores, debelar a peste e recuperar a lavoura.
Tempos depois, sua filha única casou-se com o filho de um imperador vizinho e os dois países se uniram em um único e imenso império.
Feliz da vida, o imperador lembrou-se novamente do livro e foi direto à segunda página, onde se lia apenas outra frase curta: "ISSO TAMBÉM VAI PASSAR."
Moral da história Não devemos nos embriagar pelas grandes alegrias nem nos deixar abater pelas grandes frustrações.
Escrito por Polonius às 10h18
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| 24/10/2011 |
Diálogo entre dois embriões

“No ventre de uma mulher grávida estavam dois embriões. O primeiro pergunta ao outro:- Você acredita na vida após o nascimento?- Certamente. Algo tem de haver após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.- Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Eu digo somente uma coisa: A vida após o nascimento está excluída - o cordão umbilical é muito curto.- Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.- Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.- Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.- Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma.- Bem, mas às vezes quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando, ou sente, como ela afaga nosso mundo. Saiba, eu penso que só então a vida real nos espera e agora apenas estamos nos preparando para ela...”
Escrito por Polonius às 12h11
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| 15/10/2011 |
Ordem
"A ordem é indispensável tanto para nossa vida pessoal como para a social. Ordem significa um estado em que diferentes elementos organizam-se de forma lógica e compreensível. Quando há ordem há harmonia, mesmo entre componentes díspares. Nesse sentido , ordem, desde que não seja pétrea, asfixiante, tem a ver com a beleza. Se a ordem não for tirânica, se estiver sempre disposta a reorganizar-se, pode ser bela. A partir desta constatação, as perguntas que ficam para cada um de nós são: 1a. - Existe ordem em minha vida? 2a. - Que tipo de ordem: criativa ou opressora?
Escrito por Polonius às 00h07
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| 10/10/2011 |
Uma foto real !

Foto para manchete, primeira página ...
Esta é uma história que aconteceu no Iraque no ano de 2006. Apesar de não ser atual, porém toca-nos o coração, em ter conhecimento de uma atitude que demonstra que o ser-humano é capaz do melhor, mesmo nas piores circunstâncias no palco do teatro de uma guerra. A esposa do sargento-enfermeiro John Gebhardt, comentou que toda a família da criança, no colo do marido, foi executada durante um ataque de insurgentes iraquianos. Os assassinos pretendiam também executá-la , a atingiram na cabeça... mas não conseguiram matá-la. Ela foi tratada no Hospital em que John servia, na sua recuperação, chorava e gemia muito. As enfermeiras disseram que John era o único que conseguia acalmá-la. Assim, John passou quatro noites segurando-a ao colo na cadeira, enquanto os dois dormiam. A menina se recuperou lentamente. Eles tornaram-se verdadeiras "estrelas" da guerra. John representa o que todo o mundo gostaria de fazer. Vale a pena partilhar com o mundo inteiro esta foto e a atitude. Nós nunca conseguimos notícias destas na TV ou nos jornais, em geral.
Acredito que todos precisamos ver que (também) existem estas realidades ... que pessoas como John fazem a diferença. Não podemos orientar o vento, mas podemos ajustar a nossa vela...
Escrito por Polonius às 14h39
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| 25/09/2011 |
O fim do mundo em 2012
Uma das teorias mais comentadas atualmente é a do fim do mundo previsto para acontecer no ano que vem. Segundo o calendário maia, dezembro de 2012 marcará o fim de um ciclo. Essa mudança traria consequências que culminariam com o extermínio da raça humana.
De acordo com documentário do History Channel, a teoria dos maias diz que, no dia 21 de dezembro de 2012, o sol nascerá alinhado com o centro da Via Láctea. Este acontecimento astronômico, que só se repete a cada 26 mil anos, viria acompanhado por uma onda de transformações que podem levar à extinção da vida no Planeta Terra. Os apocalípticos desta teoria preparam-se para testemunhar tsunamis, atividades vulcânicas intensas e outros cataclismos.
Escrito por Polonius às 11h44
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| 15/09/2011 |
Coisa

Mas que coisa... “A palavra "coisa" é um bombril do idioma. Tem mil e uma utilidades. É aquele tipo de termo-muleta ao qual a gente recorre sempre que nos faltam palavras para exprimir uma ideia. Coisas do português. A natureza das coisas: gramaticalmente, "coisa" pode ser substantivo, adjetivo, advérbio. Também pode ser verbo: o Houaiss registra a forma "coisificar". E no Nordeste há "coisar": "Ô, seu coisinha, você já coisou aquela coisa que eu mandei você coisar?". Coisar, em Portugal, equivale ao ato sexual, lembra Josué Machado. Já as "coisas" nordestinas são sinônimas dos órgãos genitais, registra o Aurélio. "E deixava-se possuir pelo amante, que lhe beijava os pés, as coisas, os seios" (Riacho Doce, José Lins do Rego). Na Paraíba e em Pernambuco, "coisa" também é cigarro de maconha. Em Olinda, o bloco carnavalesco Segura a Coisa tem um baseado como símbolo em seu estandarte. Alceu Valença canta: "Segura a coisa com muito cuidado / Que eu chego já." E, como em Olinda sempre há bloco mirim equivalente ao de gente grande, há também o Segura a Coisinha. Na literatura, a "coisa" é coisa antiga. Antiga, mas modernista: Oswald de Andrade escreveu a crônica O Coisa em 1943. A Coisa é título de romance de Stephen King. Simone de Beauvoir escreveu A Força das Coisas, e Michel Foucault, As Palavras e as Coisas. Em Minas Gerais, todas as coisas são chamadas de trem. Menos o trem, que lá é chamado de "a coisa". A mãe está com a filha na estação, o trem se aproxima e ela diz: "Minha filha, pega os trem que lá vem a coisa!". Devido lugar: "Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça (...)". A garota de Ipanema era coisa de fechar o Rio de Janeiro. "Mas se ela voltar, se ela voltar / Que coisa linda / Que coisa louca." Coisas de Jobim e de Vinicius, que sabiam das coisas. Sampa também tem dessas coisas (coisa de louco!), seja quando canta "Alguma coisa acontece no meu coração", de Caetano Veloso, ou quando vê o Show de Calouros, do Silvio Santos (que é coisa nossa). Coisa não tem sexo: pode ser masculino ou feminino. Coisa-ruim é o capeta. Coisa boa é a Juliana Paes. Nunca vi coisa assim! Coisa de cinema! A Coisa virou nome de filme de Hollywood, que tinha o seu Coisa no recente Quarteto Fantástico. Extraído dos quadrinhos, na TV o personagem ganhou também desenho animado, nos anos 70. E no programa Casseta e Planeta, Urgente!, Marcelo Madureira faz o personagem "Coisinha de Jesus". Coisa também não tem tamanho. Na boca dos exagerados, "coisa nenhuma" vira "coisíssima". Mas a "coisa" tem história na MPB. No II Festival da Música Popular Brasileira, em 1966, estava na letra das duas vencedoras: Disparada, de Geraldo Vandré ("Prepare seu coração / Pras coisas que eu vou contar"), e A Banda, de Chico Buarque ("Pra ver a banda passar / Cantando coisas de amor"), que acabou de ser relançada num dos CDs triplos do compositor, que a Som Livre remasterizou. Naquele ano do festival, no entanto, a coisa tava preta (ou melhor, verde-oliva). E a turma da Jovem Guarda não tava nem aí com as coisas: "Coisa linda / Coisa que eu adoro". Cheio das coisas. As mesmas coisas, Coisa bonita, Coisas do coração, Coisas que não se esquece, Diga-me coisas bonitas, Tem coisas que a gente não tira do coração. Todas essas coisas são títulos de canções interpretadas por Roberto Carlos, o "rei" das coisas. Como ele, uma geração da MPB era preocupada com as coisas. Para Maria Bethânia, o diminutivo de coisa é uma questão de quantidade (afinal, "são tantas coisinhas miúdas"). Já para Beth Carvalho, é de carinho e intensidade ("ô coisinha tão bonitinha do pai"). Todas as Coisas e Eu é título de CD de Gal. "Esse papo já tá qualquer coisa...Já qualquer coisa doida dentro mexe." Essa coisa doida é uma citação da música Qualquer Coisa, de Caetano, que canta também: "Alguma coisa está fora da ordem." Por essas e por outras, é preciso colocar cada coisa no devido lugar. Uma coisa de cada vez, é claro, pois uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa. E tal coisa, e coisa e tal. O cheio de coisas é o indivíduo chato, pleno de não-me-toques. O cheio das coisas, por sua vez, é o sujeito estribado. Gente fina é outra coisa. Para o pobre, a coisa está sempre feia: o salário-mínimo não dá pra coisa nenhuma. A coisa pública não funciona no Brasil. Desde os tempos de Cabral. Político quando está na oposição é uma coisa, mas, quando assume o poder, a coisa muda de figura. Quando se elege, o eleitor pensa: "Agora a coisa vai." Coisa nenhuma! A coisa fica na mesma. Uma coisa é falar; outra é fazer. Coisa feia! O eleitor já está cheio dessas coisas! Coisa à toa. Se você aceita qualquer coisa, logo se torna um coisa qualquer, um coisa-à-toa. Numa crítica feroz a esse estado de coisas, no poema Eu, Etiqueta, Drummond radicaliza: "Meu nome novo é coisa. Eu sou a coisa, coisamente." E, no verso do poeta, "coisa" vira "cousa". Se as pessoas foram feitas para serem amadas e as coisas, para serem usadas, por que então nós amamos tanto as coisas e usamos tanto as pessoas? Bote uma coisa na cabeça: as melhores coisas da vida não são coisas. Há coisas que o dinheiro não compra: paz, saúde, alegria e outras cositas más. Mas, "deixemos de coisa, cuidemos da vida, senão chega a morte ou coisa parecida", cantarola Fagner em Canteiros, baseado no poema Marcha, de Cecília Meireles, uma coisa linda. Por isso, faça a coisa certa e não esqueça o grande mandamento: "amarás a Deus sobre todas as coisas". Entendeu o Espírito da Coisa?”
Escrito por Polonius às 00h27
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| 11/09/2011 |
Impulsos e tendências
“Lembre-se, aquele que é escravo de impulsos e tendências é desprovido de sabedoria. Na verdade, ele ou ela é uma pessoa fraca! No entanto, tão logo os impulsos sejam extirpados, você pode conseguir de volta a natureza divina que foi perdida por negligência. Os impulsos invadem o reino do coração; eles causam problemas intermináveis. Eles o lembram dos prazeres, agitando a memória com experiências passadas e você começa a ansiar por elas novamente. Os desejos fazem os sentidos e a mente participarem de atividades frenéticas. Então, você tenta recolher e desfrutar das coisas que deseja. Tudo isso acontece em um piscar de olhos, por assim dizer. Os impulsos operam de modo sutil e poderoso. Os impulsos são a causa de toda felicidade mundana. Se eles estiverem presentes, toda a pureza é arruinada; se eles estão ausentes, a mente é transparente e pura.”
Escrito por Polonius às 12h25
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| 22/08/2011 |
Reflexão

Um dos caminhos que podemos utilizar para a modificação das coisas que tanto criticamos no nosso cotidiano é a reflexão, uma tarefa árdua. Praticar a reflexão é ato fundamental para nossa evolução como pessoa. Nos dias atuais, a maioria das pessoas não realizam esta prática, em razão, talvez, da crescente velocidade do dia a dia, do diminuto tempo disponível em razão de tantos compromissos assumidos, da falta de hábito nessa prática e até mesmo o receio de confrontar a própria realidade, que se despe quando nos aprofundamos em nós mesmos e no cotidiano que nos cerca.
Escrito por Polonius às 15h54
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| 07/08/2011 |
O que é a verdade? (Laércio Garrido)
O que é a verdade? A resposta nem sempre é fácil. Cada um percebe e expressa a verdade em função de seus valores, vivências e personalidade. O problema é que muitos se esquecem que os outros, por serem diferentes, pensam de forma diferente e acreditam em suas próprias verdades. As pessoas, em geral, não estão preparadas para enfrentar aquelas verdades, que além de não ajudarem irão afetar negativamente sua auto estima. Existem os indivíduos que acham exercer um dever divino em “vomitar” suas verdades para os demais, “destilando veneno” aos quatro cantos. Não entendem porque são rejeitados por todos, sem conseguir manter um relacionamento estável com ninguém. Quando contestados, respondem simploriamente: “estava apenas dizendo a verdade...” Quando alguém não deseja ou não pode dizer a verdade para não prejudicar o interlocutor, tem que optar entre duas alternativas: a omissão ou a mentira. A omissão significa “esquecer” propositadamente de comentar algo, desde que isso venha a beneficiar o outro. Em muitas situações a verdade relativa de alguém explode na cara do interlocutor deixando-o inseguro e chateado ou então com raiva. A mentira representa dizer com todas as letras aquilo que não aconteceu ou que não existe. Em algumas situações a mentira precisa ser dita: o médico que não pode falar a verdade sobre a doença terminal de seu paciente para a esposa deste, devido ao seu estado depressivo... Todas as crianças aprendem, algumas a duras penas, que nunca devem mentir porque isso é errado ou é pecado. No entanto, observam seus pais cometendo “mentiras sociais” com a maior naturalidade do mundo: o pai dizendo que não se encontra em casa, para não atender ao telefonema do amigo; a mãe recusando o convite da cunhada para sair, alegando uma “terrível dor de cabeça” inexistente. No campo profissional, um gerente, por exemplo, não tem o direito de omitir a verdade quando se tratar de um elogio merecido ou de crítica construtiva que permita o desenvolvimento do liderado. Na luta entre as verdades, omissões e mentiras é fundamental encontrar o equilíbrio, escolhendo com sabedoria as situações em que se que deve agir com franqueza ou se omitir por respeito ao próximo. A mentira somente em último caso. Alguém já disse com ironia que “se a pessoa precisar mentir, ela deverá ter a certeza absoluta que o interlocutor jamais descobrirá a verdade”. È negativo se enclausurar em suas verdades, não se abrindo para outras possibilidades e idéias. È importante a maturidade em respeitar as verdades alheias, pois o mundo não é preto e branco e a verdade de hoje poderá se transformar na mentira do amanhã. A verdade não é propriedade de ninguém. Nenhuma pessoa pode reclamar sua exclusividade. Nos tempos modernos não existe lugar para o dono da verdade que não consegue conviver em harmonia com seus semelhantes... O uso adequado da verdade envolve as seguintes etapas: inicialmente analisar os prós e contras em dizer ou não a verdade, em seguida escolher a forma mais adequada para expressá-la e por último optar pelo momento oportuno para conversar com o envolvido.
Escrito por Polonius às 23h33
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| 22/07/2011 |
O que dizer para as crianças?

Escrito por Polonius às 09h40
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| 27/06/2011 |
São Paulo é mais gay ou evangélica?
Como considero a diversidade o ponto mais interessante da cidade de São Paulo, gosto da ideia de termos, tão próximas, as paradas gay e evangélica tomando as ruas pacificamente. Tão próximas no tempo e no espaço, elas têm diferenças brutais. Os gays não querem tirar o direito dos evangélicos (nem de ninguém) de serem respeitados. Já a parada evangélica não respeita os direitos dos gays (o que, vamos reconhecer, é um direito deles). Ou seja, quer uma sociedade com menos direitos e menos diversidade. Os gays usam a alegria para falar e se manifestar. A parada evangélica tem um ranço um tanto raivoso, já que, em meio à sua pregação, faz ataques a diversos segmentos da sociedade. Nesse ano, um do seus focos foi o STF. Por trás da parada gay, não há esquemas políticos nem partidários. Na parada evangélica há uma relação que mistura religião com eleições, basta ver o número de políticos no desfile em posição de liderança. Isso para não falar de muitos personagens que, se não têm contas a acertas com Deus, certamente têm com a Justiça dos mortais, acusados de fraudes financeiras. Nada contra --muito pelo contrário-- o direito dos evangélicos terem seu direito de se manifestarem. Mas prefiro a alegria dos gays que querem que todos sejam alegres. Inclusive os evangélicos. Civilidade é a diversidade. São Paulo, portanto, é mais gay do que evangélica.  
(Gilberto Dimenstein)
Escrito por Polonius às 12h18
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| 21/06/2011 |
O poder do hábito

A maioria das pessoas não percebe o imenso poder que seus hábitos exercem sobre sua maneira de ser e agir. O hábito é tão natural para o ser humano que geralmente passa despercebido. É o mesmo efeito que a água exerce sobre o peixe. Este não tem a mínima noção que ela existe, pelo simples fato dela estar sempre presente em sua vida. O hábito pode ser algo benéfico ou se transformar num inimigo poderoso, pois ele tem a grande ajuda do cérebro. Quando alguém cria um hábito, este é associado a determinado circuito de neurônios no cérebro. Cada vez que a ação é repetida, o circuito se fortalece e dificulta qualquer tentativa de mudança ou eliminação dessa forma de agir. É por essa razão que as pessoas sentem dificuldade de mudar seus hábitos por mais simples que eles sejam. Quando conseguem fazer isso são invadidos por sensações desagradáveis por terem saído de sua zona de conforto. Os cientistas descobriram recentemente a “neuróbica”, também denominada de “aeróbica dos neurônios”, que consiste em provocar exercícios cerebrais praticando as coisas de maneira diferente. Assim, os neurônios desenvolvem novas conversas entre si tornando o cérebro mais ágil e saudável. Alguém já disse que “se uma pessoa deseja se livrar de um hábito ela não poderá simplesmente jogá-lo pela janela do 20º. Andar de um edifício, pois ele irá descer vagarosamente, andar por andar”. Mudar de hábito requer determinação, persistência e paciência. A força do hábito é tão poderosa, que mesmo quando a pessoa identifica que certo hábito é negativo, ela tem dificuldade de se livrar dele, e provavelmente continua repetindo-o apesar dos problemas que está causando. Portanto, os indivíduos têm um grande desafio pela frente: não serem escravos dos próprios hábitos. Algumas regras devem ser seguidas para isso. Em primeiro lugar reconhecer os hábitos negativos e lutar com perseverança para não repetí-los e fazer prevalecer sua vontade em modificá-los. Em segundo identificar os hábitos positivos como, por exemplo, o planejamento eficaz, a organização, a administração do tempo, entre outros. Em terceiro livrar-se de “pequenos hábitos” propositadamente para desenvolver sua habilidade em fazer coisas diferentes ou as mesmas coisas de outro modo, aumentando sua competência em absorver as mudanças de médio e grande porte. Por que fazer sempre o mesmo caminho a pé ou de carro? Existem pessoas que diariamente atravessam a rua de um lado para o outro exatamente no mesmo local! Por que frequentar sempre o mesmo restaurante e sentar-se à mesma mesa? Por que manter os objetos em sua mesa de trabalho sempre na mesma posição? Por que não estimular o paladar com alimentos diferentes? A resposta é clara e simples. O cérebro, independente da vontade do ser humano, é quem comanda essas ações facilmente, causando muitos estragos na competência de administrar as mudanças com excelência num mundo em constantes transformações. Portanto, as pessoas sempre que possível devem enganar o próprio cérebro para que este permaneça sadio por mais tempo. (baseado em texto de Laércio Garrido)
Escrito por Polonius às 12h37
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| 16/06/2011 |
Riqueza do caráter
“Alguns tentam ser desprovidos de atributos, mas conseguem ser apenas mortos vivos. Suas faces pálidas revelam apenas falta de entusiasmo e interesse. Esse é o resultado da pressa irracional em sua disciplina espiritual. Embora se deva, em última análise, transcender os atributos, não deve haver pressa para alcançar o objetivo. Muitos aspirantes fortes perderam seu rumo e não se recuperaram, apesar de anos de esforço, porque não demonstraram qualquer interesse em obter tal qualificação! Mesmo que uma pessoa tenha ardor, este, muitas vezes, conduz a dilemas que se resolvem por meio de medidas drásticas! Assim, em primeiro lugar, deve-se acumular a riqueza do caráter.”
Escrito por Polonius às 18h49
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