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| 21/11/2009 |
A lição da carpintaria

Conta-se que certa vez uma estranha assembléia teve lugar em uma carpintaria. Foi uma reunião das ferramentas para tirar as suas diferenças. O martelo assumiu a presidência da reunião, com arrogância. Entretanto, logo foi exigido que ele renunciasse. O motivo? É que ele fazia ruído demais. Passava o tempo todo golpeando, batendo. Não havia quem agüentasse. O martelo aceitou a sua culpa, mas exigiu que também fosse retirado da assembléia o parafuso. É que ele precisava dar muitas voltas para servir para alguma coisa. Com isso, se perdia tempo precioso. O parafuso aceitou se retirar, desde que a lixa igualmente fosse expulsa. Era muito áspera em seu tratamento. E, além do mais, vivia tendo atritos com os demais. A lixa se levantou e apontou os defeitos do metro. Ele igualmente deveria sair do local, porque sempre ficava medindo os demais conforme a sua medida. Por acaso, ele estava achando que era o único perfeito? Enquanto assim discutiam, entrou o carpinteiro. Colocou o avental e iniciou, feliz, o seu trabalho. Tomou a madeira e usou o martelo, o parafuso, a lixa e o metro. Depois de algumas horas, a madeira grossa e rude do início tinha se transformado em um lindo móvel. Ele contemplou a sua obra, elogiou e saiu da carpintaria. Bastou fechar a porta, para as ferramentas retomarem a discussão. Contudo, o serrote com calma falou: Senhores, foi demonstrado que todos temos defeitos. Mas também pudemos observar, nas últimas horas, que todos temos qualidades. Foi exatamente com as nossas qualidades que o carpinteiro trabalhou e conseguiu criar uma obra de arte, um móvel muito bem acabado. Então, todos concordaram que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para afinar e limar a aspereza. O metro era preciso, exato em suas medidas. Sentiram-se como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade. Sentiram-se felizes com seus pontos fortes e por trabalharem juntos. A mesma coisa acontece com os seres humanos. Quando as pessoas buscam pequenos defeitos nos demais, a situação se mostra negativa e tensa. Ao buscar perceber os pontos positivos dos outros, é quando florescem os melhores lucros para as relações dos seres humanos. Encontrar qualidades é, portanto, uma tarefa a que nos devemos dedicar, pois ela é capaz de inspirar todos os êxitos humanos. *** Se você está disposto a ser uma pessoa produtiva no bem, otimista, criadora, comece a cultivar a sua capacidade de descobrir as virtudes nas pessoas. Comece dentro do seu lar. Observe quantas qualidades positivas tem seu irmão, sua esposa, seu marido, sua sogra. Com certeza você se surpreenderá. Depois, aumente a sua pesquisa e olhe para o seu vizinho, o colega de trabalho, as pessoas que lhe servem todos os dias: o motorista de ônibus, o cobrador, a moça do caixa do supermercado, a atendente da farmácia. Ao fim do dia, você terá descoberto que esse imenso mundo de Deus está repleto de pessoas boas, de qualidades preciosas, prestativas e amigas. E você terá se enriquecido de paz.
Escrito por Polonius às 13h12
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| 20/11/2009 |
Feliz aniversário!!!

“Um momento especial de renovação para minha alma e meu espírito, porque Deus, na sua infinita sabedoria, deu à natureza, a capacidade de desabrochar a cada nova estação e a nós capacidade de recomeçar a cada ano. Desejo a mim, um ano cheio de amor e de alegrias. Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas. Sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes. Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus. É ser grato, reconhecido, forte, destemido. É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo; Parabéns a mim nesse dia tão grandioso em que completo 60 anos.”
Escrito por Polonius às 01h32
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| 17/11/2009 |
Como se já não houvesse brotos
“Como uma pedra que rolasse o penhasco até que arrancasse toda a pele. Como se, então, um vulcão entrasse em erupção entornando lava incandescente. Como se já não houvesse brotos e o desejo fosse um jardim florido. Como se de um ventre ressecado do tempo decorrido, tendo cumprido seu ciclo, fosse cobrada fertilidade. Como uma mãe dividida entre dois filhos, um amante entre dois amores, um sonhador entre dois sonhos. Como numa encruzilhada e a placa indicando: desconhecido. Como se encontrasse um tesouro e não tivesse como levar consigo. Como uma bússola que perdesse o norte ou um farol que se apagasse. Como se pudesse ser feliz fazendo o contrário do que pede o coração.”
Escrito por Polonius às 18h39
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| 15/11/2009 |
Fé que constrói fidelidade

“A fé e a confiança são as construtoras da fidelidade em nós. Quem atua em sua vida orientando-se na virtude da fidelidade sentir-se-á estável”
Escrito por Polonius às 22h20
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| 12/11/2009 |
Os primeiros sinais de depressão
A depressão que dói no corpo. Dor de barriga, nas têmporas, nas costas, esses podem ser os primeiríssimos sinais de que alguém está prestes a mergulhar de cabeça em um quadro depressivo, alertam os médicos. 
• Depressão: entenda esse mal • Encare a tristeza • Ioga contra depressão e ansiedade Há boas chances de um sintoma físico aparecer muito antes de a tristeza profunda ficar estampada na cara da vítima de depressão e ela não conseguir mais esconder sua perda de interesse pelo mundo exterior. Hoje os cientistas sabem: o quadro depressivo tende a emergir na forma dos mais diversos tipos de dor no corpo. E não confunda isso com um processo de somatização, em que distúrbios emocionais produzem mal-estar orgânico. Nada disso. Não se trata de algo como uma sugestão da mente entristecida sobre o organismo. "Trata-se, sim, de um fenômeno eminentemente bioquímico", põe os pingos nos is Renato Sabbatini, neurofisiologista da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp, que fica no interior paulista.
"Os circuitos que a depressão ativa são íntimos de regiões do sistema nervoso, inclusive o autônomo, que comanda o funcionamento dos órgãos", explica Sabbatini. Ricardo Alberto Moreno, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, emenda: "Cerca de 60% dos casos da doença são associados a males orgânicos, a maioria deles acompanhada de dor".
De que maneira uma alteração na massa cinzenta repercute no corpo e, ao mesmo tempo, interfere na alegria de viver? Os cientistas apontam o dedo acusador para o mau funcionamento da serotonina, da noradrenalina e da dopamina. O trio de neurotransmissores, fundamental na regulação do humor, circularia com menos eficiência entre os neurônios de um deprimido e isso dificultaria a transmissão de milhares de mensagens químicas. E aí, em um efeito dominó, outras falhas de comunicação apareceriam. "A ausência dessas substâncias prejudica diversas áreas, inclusive as responsáveis por inibir dores", explica Telma Gonçalves de Andrade, especialista em psicofisiologia da Universidade Estadual Paulista, a Unesp, em Assis, também no interior de São Paulo.
O sistema imunológico é outro afetado. "Os deprimidos correm um risco três ou quatro vezes maior de adoecer", conta Sabbatini. Também pode acontecer de uma série de doenças aproveitar a brecha criada pelos neurotransmissores. Ou seja, quem de repente passa a ficar doente com muita freqüência não deve se conformar com a velha explicação: ah, isso é estresse. É preciso refletir se não existe algo mais profundo (e tristonho) por trás. O sono é mais um que acusa prejuízos quando o cérebro está deprimido. Sabe-se que a ausência de serotonina atrapalha o adormecer, mas esse não é o único ponto. O desbalanceamento químico por trás do transtorno emocional afeta todo o ciclo circadiano, ou seja, o relógio que regula o funcionamento do organismo ao longo das 24 horas. Assim, a pessoa perde a sincronia com o meio ambiente, afetando a quantidade e, principalmente, a qualidade das horas dormidas.
Os médicos querem divulgar cada vez mais aos leigos e aos próprios colegas que nem sempre melancolia é depressão. "Tristezas fazem parte da vida", lembra Sabbatini. Ao mesmo tempo, nem sempre a depressão se enquadra no retrato da pessoa arrasada, trancafiada no quarto, muda... Ela pode estar escamoteada nos tais sintomas físicos - em casos raros, a angústia nem chega a brotar, só as dores do corpo é que afloram e ficam sem alívio até a cabeça ser tratada. Com antidepressivos ou tratamento clínico.
No mês passado, a Associação Brasileira de Familiares Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (Abrata), em parceria com o Instituto Ibope, promoveu na capital paulista a pesquisa "Investigando a Depressão". O intuito, mais do que mapear a prevalência do mal na cidade, é verificar por meio de questionários a porcentagem de indivíduos provavelmente deprimidos que relatam dores físicas. E, deles, quantos estão longe de ligar o malestar à enfermidade da mente. A depressão já ocupa o quarto lugar no ranking das causas globais de incapacidade. Até 2020 deverá ser a segunda. Por isso, a idéia é rastrear a população e descobrir onde estão suas próximas vítimas - antes que deixem de sair de casa, trabalhar, conviver com a família e os amigos.
Além de remédios, os especialistas apostam na psicoterapia - seja a cognitiva comportamental, que estimula o deprimido a deixar de lado pensamentos destrutivos, seja a interpessoal, que identifica situações de conflito para aprimorar a capacidade de o paciente interagir e aliviar o abatimento. "Estudos de neuroimagem comprovam que a eficácia desses tratamentos é similar à dos remédios", revela Helena Maria Calil, professora titular de psicofarmacologia da Universidade Federal de São Paulo e presidente da Abrata. Quando a depressão é tratada corretamente, diga-se, o ânimo volta e as dores, onde estiverem, esvaecem.
Escrito por Polonius às 12h38
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| 08/11/2009 |
O Triunfo do Ser Humano (Prem Rawat)

Alguma vez você ouviu alguém dizer: “Você não vai acreditar no que aconteceu comigo”? Nós ouvimos isso e pensamos: “Essa pessoa vai me contar algo, mas por que ela diz: “Você não vai acreditar no que me aconteceu”? A palavra-chave é acreditar, porque se você tivesse estado lá saberia, e não teria de acreditar. Tudo bem acreditar, mas você dá mais importância do que ela merece. O saber merece esse crédito que você dá à crença. O saber é certeiro. É claro. Sem ambiguidades, nem hipóteses. É isso o que acontece. Mas, quando você não sabe, é suficiente acreditar? Posso imaginar, muito tempo atrás, uma pessoa no alto de uma montanha, olhando as estrelas, se perguntando: “Quem sou eu? Por que estou aqui? Do que se trata tudo isso?” Eu as denomino as perguntas. Embora, desde aqueles tempos, tenha havido uma miríade de religiões, livros, histórias, ideias, filosofias, guerras, contemplação, invenções, exploração do espaço, essas perguntas persistem. Elas são feitas por todo ser humano, de uma forma ou outra. Talvez sejam feitas em momentos de dificuldade ou em tempos de abundância, mas são feitas. Até que elas sejam respondidas pessoalmente, de uma forma clara e concisa, você não irá entender sua necessidade por paz, a necessidade de ser feliz. Uma vez que você compreenda que seu anseio por paz é inato – não aprendido –, você vai persistir na busca. Afinal de contas você veio a este mundo e um dia vai partir. E você conta com um sistema de crenças. E quer tenha coragem ou não de ouvi-lo, eu tenho a coragem de lhe dizer que você está aqui para experimentar o céu. Você sempre acreditou que o céu fosse algo possível só depois da morte, se formos bons. Você aprendeu isso. O desejo por paz, de ser feliz, por alegria – ninguém precisou lhe ensinar. Você tem isso desde que era um bebezinho. Você recebeu um corpo – a mais completa máquina de experimentação. É tudo o que ela faz ao longo do dia: “Uau. Lindo. Quente, frio, macio”. Se fôssemos fazer uma lista de sons, cheiros, sabores, dos toques que ela pode apreciar – seria uma lista imensa. Você dispõe de uma coisa incrível chamada vida. Inesperadamente pode se movimentar. Pode compreender. Dançar. Sorrir. Chorar. Pensar. Sentir. Tudo isso acontece ao mesmo tempo e, enquanto estiver vivo, você pode reconhecer. E, quando souber, a paz vem, a verdadeira alegria emerge. Sua vida tem que evoluir em torno do conhecer – não do simplesmente crer. Clareza. Sua vida tem que evoluir a partir desse desejo do coração, de seu interior, de querer conhecer. O que é necessário para sua vida? As pessoas fazem todo tipo de esforço: “Tenho de fazer isso, tenho de fazer isso”. Até que ocorre uma tragédia e elas perdem tudo. Então dizem: “Só quero ser feliz”. Talvez é assim que deva ser. A base para a construção de suas realizações deveria começar com a conquista da paz, da alegria. Construa nela uma torre tão alta quanto quiser, e ela nunca irá cair, pois está construída sobre uma estrutura sólida. Está vinculada à coisa mais estável em sua vida. Você está cuidando do que é essencial em sua existência. Por isso, ter gratidão é algo natural. Não é uma crença: “Acredito que estou feliz”. A verdade não é alguma coisa misteriosa no topo de uma montanha. A verdade dança em você. A clareza não é algo que você tenha que escavar em uma mina de ouro. Clareza e entendimento não estão enterrados em algum lugar; estão dentro de você. Precisam ser descobertos. Precisam ser convidados para sua vida. Precisam ser chamados; precisam ser nutridos, ser verdadeiramente convidados e bem-recebidos. Todas as respostas que você quer estão dentro de você. Toda a riqueza que você quer está dentro de você. Toda a sabedoria dos tempos está em seu interior. Compreenda, aceite – descubra tudo isso que está dentro de você. Quando você experimenta essa alegria em sua vida, é algo especial. E, quando você experimenta paz, é o triunfo do ser humano. Você venceu todas as guerras. Foi bem sucedido. No momento em que você sente paz, você cumpriu o seu destino.
Escrito por Polonius às 19h28
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| 05/11/2009 |
Combata a tensão e os problemas orgânicos decorrentes
A hiper-reflexão ou excessiva auto-observação, a vida agitada de hoje, a crise socioeconômica, o fato de ter de assumir uma responsabilidade (casamento, profissão, dirigir uma empresa...), tudo isso, além de causar cansaço mental e de deixar a pessoa desencorajada para enfrentar os obstáculos da vida, leva o organismo a um acúmulo de tensão, “implodindo” na forma de doenças: hipertensão, males cardíacos, insônia, problemas de coluna, enxaqueca, alergia, tremores nas mãos, suor frio... A tensão e os males orgânicos dela decorrentes podem ser combatidos com exercícios simples de relaxamento e desbloqueamento, levando a pessoa a reencontrar seu equilíbrio. Ao levantar inspire profundamente e expire suavemente pela boca, várias vezes, plenificando-se da energia da vida. Continue assim, mesmo quando já estiver começando algumas atividades. Sugiro que, pelo menos uma hora antes de dormir, você faça alguns movimentos corporais e respiratórios energéticos (sopre o ar para fora com força várias vezes) para “queimar” a energia da tensão contida nos músculos. Depois aos poucos vá diminuindo a intensidade dos movimentos, tornando-os mais suaves e lentos. Ademais do relaxamento, necessitamos dar a cada coisa seu tempo. Não misturemos as coisas. Resolvamos os problemas na hora certa, num horário marcado para isso; entretanto, procuremos esquecê-los ou deixá-los de lado. Isto torna-se mais fácil quando estamos dispostos a aceitar a realidade.
Escrito por Polonius às 12h57
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| 03/11/2009 |
Tese do Coelho

Num dia lindo e ensolarado, o coelho saiu de sua toca com o notebook e pôs-se a trabalhar, bem concentrado. Pouco depois, passou por ali uma raposa, e viu aquele suculento coelhinho tão distraído, que chegou a salivar. No entanto, ficou intrigada com a atividade do coelho e aproximou-se, curiosa: * Coelhinho, o que você está fazendo aí, tão concentrado? * Estou redigindo a minha tese de doutorado - disse o coelho, sem tirar os olhos do trabalho. * Hummmm.... e qual é o tema da sua tese? * Ah, é uma teoria provando que os coelhos são os verdadeiros predadores naturais das raposas. A raposa ficou indignada * Ora !!! Isso é ridículo ! ! ! Nós é que somos os predadores dos coelhos! * Absolutamente ! Venha comigo à minha toca que eu mostro a minha prova experimental. O coelho e a raposa entram na toca. Poucos instantes depois, ouve-se alguns ruídos indecifráveis, alguns poucos grunhidos e depois... silêncio. Em seguida, o coelho volta, sozinho, e mais uma vez, retoma os trabalhos de sua tese, como se nada tivesse acontecido. Meia hora depois, passa um lobo. Ao ver o apetitoso coelhinho, tão distraído, agradece mentalmente à cadeia alimentar por estar com o seu jantar garantido. No entanto, o lobo também acha muito curioso um coelho trabalhando naquela concentração toda. O lobo resolve então saber do que se trata aquilo tudo, antes de devorar o coelhinho: * Olá, jovem coelhinho! O que faz trabalhar tão arduamente? * Minha tese de doutorado, seu lobo. É uma teoria que venho desenvolvendo há algum tempo e que prova que nós, coelhos, somos os grandes predadores naturais de vários animais carnívoros, inclusive dos lobos. O lobo não se conteve e farfalha de risos com a petulância do coelho. * Ah, ah, ah,ah ! ! ! Coelhinho, apetitoso coelhinho ! Isto é um despropósito. Nós, lobos, é que somos os genuínos predadores naturais dos coelhos. Aliás, chega de conversa . . . * Desculpe-me, mas se você quiser, eu posso apresentar a minha prova experimental. Você gostaria de acompanhar-me à minha toca? O lobo não consegue acreditar na sua sorte. Ambos desaparecem toca adentro. Alguns instantes depois, ouve-se uivos desesperados, ruídos de mastigação e . . . silêncio. Mais uma vez o coelho retorna sozinho, impassível, e volta ao trabalho de redação de sua tese, como se nada tivesse acontecido. Dentro da toca do coelho vê-se uma enorme pilha de ossos ensangüentados e pelancas de diversas ex-raposas e, ao lado desta, outra pilha ainda maior de ossos e restos mortais daquilo que um dia foram lobos. Ao centro das duas pilhas de ossos, um enorme LEÃO, satisfeito, bem alimentado, a palitar os dentes.
MORAL DA ESTÓRIA: 1. Não importa quão absurdo é o tema de sua tese; 2. Não importa se ela não tem o mínimo fundamento científico; 3. Não importa se os seus experimentos nunca cheguem a provar sua teoria; 4. Não importa nem mesmo se suas idéias vão contra o mais óbvio dos conceitos lógicos ..... 5. O que importa é: Quem é o teu padrinho e te protege...
Escrito por Polonius às 22h09
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| 01/11/2009 |
Fernando Pessoa
Sou um evadido. Logo que nasci Fecharam-me em mim, Ah, mas eu fugi.
Se a gente se cansa Do mesmo lugar, Do mesmo ser Por que não se cansar?
Minha alma procura-me Mas eu ando a monte, Oxalá que ela Nunca me encontre.
Ser um é cadeia, Ser eu é não ser. Viverei fugindo Mas vivo a valer.
Escrito por Polonius às 17h09
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| 31/10/2009 |
AA Emergência

Escrito por Polonius às 17h09
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| 30/10/2009 |
Seguro de carro

Tem pessoa de mente criativa.... - Quem escreveu, tem muito tempo e muita imaginação. 'Vocês sabem que hoje em dia o seguro de um automóvel é indispensável. .. Não podemos deixar nem Uno de nossos Benz a Mercedes desses ladrões que fazem a Fiesta , nessa Honda de assaltos!!! A Marea está Brava ! Quem não segura o seu automóvel, pode se Ferrari e depois só GM pelos cantos ou fica a Ranger os dentes e a Courier de um lado para outro, vigiando a Strada e perguntando: - Kadett meu carro ??????. Faz a maior Siena e fica Palio de nervoso !!! Aí, vai rezar um terço para Santanaajudar... Mas isto não Elba stante para ter seu carro de volta ! Seguro é o Tipo de negocio difícil, Mazda para resolver, sem ficar com cara de Besta no final !!! O seguro é um Prêmio para quem o faz !!! Tempra todo veículo. Tem Parati também. E, na hora de fazer o seguro do seu carro, pense nas Variant es... Afinal Quantum mais opções, melhor ! Você vai ver que o nosso seguro é legal as Pampa ... Por isso, ele o Fusca os demais, e vai marcar um Gol na hora do Accordo!!! Não deixe o prazo Passat !... Monza obra ! Venha Logus ! Estamos Kombi nados??? Espero seu contato... Visite nossa agência e se Accente a frente do Galant , que é o nosso gerente! P.S. : Não se esqueça de levar o Stratus de seu banco e colocar um Blazer bem bonito, parecendo um Diplomata de Classe A . Mas, não deixe de olhar todos osTopic do contrato... Somos bem melhores Kia concorrência e se você perder esta Xantia, vai se Corsa todo de raiva, o Ka ??? Com nosso seguro, você pode passar um Weekend tranqüilo, fazendo um Céu pela praia de Ipanema que, se roubarem seu carro, mesmo que seja em dia de Eclipse , você não terá problema... Temos nossa Suprema garantia de pagamento em prazo recorde !!! Não precisa D20 dias, como outros que tem por aí... Hoje mesmo estamos pagando um seguro de um roubo que ocorreu A10 dias, S10se, nós pagaríamos antes até !!! Você pode estar em qualquer lugar, de um Polo ao outro, que nós damos a assistência que precisar !!! E só Scaniaar os documentos e mandar por e-mail mesmo ! Faça seguro! É Clarus que é bom! Boa Voyage e Pointer final. OBS : Se você achou este texto interessante, Cherokee e Mondeo para seus amigos... Não é uma boa Idea? Celta mente é......
Escrito por Polonius às 18h53
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| 29/10/2009 |
Não espere

Escrito por Polonius às 20h26
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| 26/10/2009 |
Os mistérios do poder (Alcindo Gonçalves)

Desde que o mundo é mundo, o poder é exercido. O poder fascina, enfeitiça as pessoas, e representa em muitos casos uma maldição. Mas, afinal, ele é mesmo necessário, ou tem sido apenas um odioso instrumento de dominação e violência? Os anarquistas sonharam com uma sociedade sem poder, onde todos fossem livres de verdade. Lutaram pelo fim dos governos, da polícia, e de toda forma de controle e opressão sobre os seres humanos. Suas ideias, interessantes e simpáticas, fazem uma penetrante crítica sobre nossa forma de ser e viver, mas não foram além disso: suas tentativas de criar comunidades livres foram um fracasso total, e o anarquismo como movimento político prático desapareceu. Não há, portanto, como ignorar o poder nas relações humanas. A verdade, nua e crua, é que o poder existe, sempre. Em qualquer grupo, mesmo diminuto e restrito, alguém logo assume o papel de líder, de chefe, de coordenador. E o que significa exercer o poder? Uma visão realista responderá que se trata de impor a própria vontade aos outros, mesmo em face de resistência. Poder é força, mesmo quando construído com base na legitimidade e fundado na lei e no Direito. Há quem critique essa posição. O poder, concebido exclusivamente como força, ainda que legítima, descamba facilmente em violência. Assim sendo, o poder deve ser construído baseado em outra perspectiva: a do consenso, em vez da obediência. Em lugar de obrigar alguém a fazer algo, deve-se buscar convencê-lo a assim proceder. O verdadeiro poder nasceria da livre comunicação entre as pessoas, e não de mecanismos coercitivos que limitam e ameaçam-nas. Na realidade, essas duas posições não são tão antagônicas quanto parece. O poder acaba por ser um misto de imposição e de aceitação, sempre. É impossível supor que a força, sozinha, sustente uma posição de poder de modo constante e permanente; da mesma forma, somente o diálogo, a busca do convencimento e do consenso não sustentarão nada ou ninguém. O que é visível, entretanto, é o apetite pelo poder que existe em todos os cantos. É comum ver gente brigar – e brigar para valer – pelo comando de um grupo ou associação inexpressiva, composta por meia dúzia de gatos pingados. E a política mostra, de maneira permanente, a luta pelo poder, em todos os níveis e situações. Há gente que literalmente vende a alma ao diabo para alcançar o tal poder. Terá em vista vantagens pessoais, dinheiro, luxo, mordomias? Provavelmente, sim. Mas não creio que essas sejam as motivações principais. A verdade é que o poder proporciona proeminência, glória, reconhecimento, destaque. Embora ele traga consigo riscos e ameaças, como a inveja, o desgaste permanente e as críticas generalizadas, muitos seguem em frente, ávidos e ambiciosos. Diz-se por aí que o poder é afrodisíaco. Deve ser, sim. Se não, por que sofrer para conquistar o poder e mantê-lo, a qualquer preço, mesmo em face das maiores dificuldades e sacrifícios pessoais? Mas não resisto a perguntar: Será que vale mesmo a pena? Com a palavra, os donos do poder.
Escrito por Polonius às 20h30
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| 23/10/2009 |
O poder de um boato

Escrito por Polonius às 20h15
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| 22/10/2009 |
O que é a vida?

Um discípulo perguntou à seu Mestre: "Mestre: o que é a vida?". E o Mestre respondeu: "Vai para a rua, caminha por elas e visita as três primeiras tendas que encontres". O discípulo entrou na primeira tenda que encontrou e viu que as pessoas trabalhavam com metal. Entrou na segunda tenda e viu que as pessoas trabalhavam com cordas. Entrou na terceira tenda e viu uma carpintaria. O discípulo pensou então: "será que isso é que é a vida?" Voltou para o Mestre para ser esclarecido e este lhe disse: "Agora você encontrou o caminho para descobrir a vida e um dia compreenderás". O discípulo ficou muito aborrecido por não ter compreendido, mas como nada podia fazer foi percorrer o mundo. Anos depois chegou a um jardim onde ouviu uma música tocada por um instrumento que não conhecia. Era uma cítara. Ficou encantado com o som e de repente percebeu que os carpinteiros, os ferreiros e as outras pessoas que trabalhavam nas tendas, faziam parte da construção de um todo. O discípulo teve um estalo, levantou-se e dançou. O músico, surpreso, parou de tocar, mas o homem continuou dançando e o músico perguntou: "O que há com você? Ele respondeu: "Agora entendi o que é a vida, ela é tudo, anos atrás entrei em três tendas e não havia cítara, nem havia música, mas todas as peças estavam lá. Precisava, apenas, colocá-las em ordem e reuni-las em Um todo."
Escrito por Polonius às 13h02
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